Autor: gabriel


A análise sensorial determina diferenças e mede atributos sensoriais de produtos, detectando relações positivas e negativas dos consumidores com eles. Para realizar esse trabalho é necessário que a pesquisa sensorial responda questões sobre três itens básicos: a descrição, a discriminação e a preferência.

As questões relacionadas à descrição estão ligadas ao desenvolvimento do produto. O quanto se sabe do produto? Quais características sensoriais são percebidas? Como esse produto se difere de outro? E assim por diante. É nesse processo que se tem noções das influências de uma mudança no processo de produção, na embalagem e armazenamento.

 (mais…)

O sentido responsável por perceber o gosto naquilo que comemos é o paladar. É através da língua, principal órgão da gustação, que somos capazes de identificar textura, temperatura e o sabor dos alimentos.

O sentido responsável por perceber o gosto naquilo que comemos é o paladar. É através da língua, principal órgão da gustação, que somos capazes de identificar textura, temperatura e o sabor dos alimentos. É nela que estão as papilas linguais,  conjunto de células sensoriais que são encarregadas de captar e enviar estímulos ao cérebro.

Porém, o paladar não trabalha sozinho. Curiosamente, a maior parte do que sentimos quando comemos se dá graças ao olfato. Quando ingerimos algum alimento, ele libera moléculas que são detectadas pela mucosa olfativa. Daí surge uma combinação entre o gosto e o aroma que nos permite diferenciar aquilo que consumimos. Quando estamos com a capacidade do olfato reduzida, provavelmente, a sensação do gosto não será a mesma. (mais…)

Maior quantidade de células na região olfatória da mulher pode justificar melhor desempenho

Maior quantidade de células na região olfatória da mulher pode justificar melhor desempenho

O primeiro sentido desenvolvido em um recém-nascido é o olfato, o sentido responsável por perceber aromas. Seu órgão principal é o nariz e ele possui uma estrutura única nos seres humanos. Porém, uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostrou que as mulheres têm uma capacidade olfativa superior à dos homens. Elas possuem uma capacidade maior de diferenciar aromas graças a características do cérebro.

Ao testarem as regiões cerebrais responsáveis pelo olfato, os estudiosos perceberam que essas eram mais ativadas na mulheres do que nos homens. A explicação é que as mulheres têm uma maior quantidade de células no bulbo olfatório, região cerebral ligada à detecção de cheiros, em relação aos homens. Essas células quando sentem um aroma conectam-se aos neurônios do bulbo olfatório que, por sua vez, acionam células cerebrais relacionadas à memória e interpretação consciente, por exemplo. (mais…)