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Os sentidos humanos evocam memórias precisas, entretanto, é o olfato que remete às memórias mais emocionais. Por meio de os aromas e odores o cérebro consegue identificar experiências antigas, como um parque da infância, um brinquedo ou uma comida favorita. Por isso, os aromas exercem influência no estado de espírito das pessoas.

O aroma corresponde a uma parte considerável na decisão de compra dos consumidores. Por esse motivo a pesquisa sensorial trabalha constantemente na busca por soluções que envolvem os cheiros.

O estímulo olfativo é normalmente usado de duas maneiras, o cheiro do objeto específico ou do ambiente de venda. Dessa forma, a adequação dos aromas deve manter um padrão entre o produto e a temática da loja. Recentemente, uma montadora de carros que esteve presente numa feira de automóveis no Brasil criou uma fragrância própria, com uma combinação de ingredientes que resultava num aroma específico. A experiência foi positiva e, posteriormente, o programa de marketing olfativo se expandiu para as concessionárias ao redor do mundo.

Algumas marcas buscam uma fragrância exclusiva, outras procuram apenas valorizar os seus produtos com aromas já tradicionais como de flores ou café. O marketing olfativo é possível de ser aplicado do pequeno ao grande empreendimento.

Uma forte identidade sensorial é um diferencial para competir com concorrentes em mercados agitados. Começar pelo olfato pode ser uma boa estratégia.