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Entrevista para ESN-NETWORK com Alexandre Bergamo, Sensenova e membro da ESN

“No final, as ciências sensoriais tratam de melhorar a felicidade”, diz Alexandre Bergamo, diretor da Sensenova, empresa brasileira de pesquisa sensorial.

Nesta entrevista, ele apresenta suas ideias do porque as ciências sensoriais e a pesquisa sensorial estarem distantes de alcançar seu potencial.

Ele aponta para a necessidade de comunicar os benefícios da pesquisa sensorial àqueles que estão fora do mundo da pesquisa e questiona como os líderes de negócios empresariais poderiam aprender sobre os benefícios da ciência sensorial.

De hospitais a call centers, de bancos a inteligência artificial, em todas as áreas a integração do conhecimento sensorial pode levar a um maior bem-estar, mais eficiência e mais satisfação do cliente.

Alexandre conclui: “Se a pesquisa sensorial pudesse ser adicionada a quase todos os novos desenvolvimentos, a ciência sensorial poderia ser a próxima onda a realmente impactar a vida das pessoas”.

Clique abaixo e assista ao vídeo que está disponível no site da ESN: