Tag: Pesquisa sensorial

A escala hedônica estruturada é um método que analisa a preferência dos consumidores por determinados produtos por meio de uma avaliação que contém uma escala de respostas previamente estabelecida.

Constantemente usado em testes afetivos, de preferência e aceitação, este método permite julgar a qualidade do produto de acordo com as percepções do consumidor e suas afirmações.

Neste modelo de teste, os provadores são questionados sobre a sua preferência em determinadas amostras de produtos, seguindo uma escala de respostas já estabelecida com base em atributos gosta e desgosta. Dessa forma, as respostas são associadas a valores numéricos para serem analisadas estatisticamente. (mais…)

As cores dos produtos são fundamentais na influência da compra ou não de um determinado produto.

No ramo de alimentos isso se torna um ponto quase tão importante quanto o sabor e o cheiro. Na verdade, o primeiro contato do consumidor com um produto, geralmente, é visual, onde se destacam a cor e a aparência. Em uma pesquisa sensorial, entretanto, há uma maneira de anular o efeito da cor sobre um produto, é a cabine de luz.

Vamos fazer um exercício simples: imagine um iogurte de morango. Imaginou? Provavelmente a cor deste iogurte deve ser mais puxada para o vermelho claro ou rosa. Você compraria um iogurte de morango branco ou um com “cor de morango”? Provavelmente a segunda opção, assim como a maioria dos consumidores também faria a mesma escolha. E o gosto não teria influência na decisão.  

E é aí que entra o uso da cabine de luz em uma pesquisa sensorial. Composta de lâmpadas coloridas (variam entre vermelhas, azuis, fluorescentes, brancas, alaranjadas entre outras), quando acesas anulam a cor do alimento testado. (mais…)

Na avaliação da aceitabilidade de um produto, a análise sensorial possui vários métodos hedônicos à sua disposição.

Um deles, de caráter quantitativo, é feito em ambiente não controlado, o chamado HUT (Home Use Test), também conhecido como Teste Com Uso Domiciliar.

Contrário ao CLT (Central LocationTests), que é feito em ambientes controlados e com a participação dos avaliadores durante um período de tempo de forma programada,o HUT é um teste domiciliar, feito na casa do consumidor como se fosse um consumo autêntico do dia a dia. (mais…)

Em latim, Ad hoc significa “para esta finalidade”, e é utilizado em diversos meios, como no Direito, na Filosofia ou mesmo em Informática.

O termo também é empregado em pesquisa de mercado e, quando pensamos em pesquisa de mercado com análise sensorial, a pesquisa Ad hoc é fundamental na estratégia da empresa.

O raciocínio é simples, os produtos podem parecer iguais, mas nunca são. Todos possuem seu diferencial: cor, cheiro, densidade… E, assim como os produtos são diferentes, as necessidades de informações das empresas sobre seus produtos também são. (mais…)

Um dos grandes problemas no mercado de cosméticos é a perda da eficácia dos produtos, que pode acontecer devido a processos físico-químicos, microbiológicos ou toxicológicos.

A ineficiência do cosmético nesse processo pode causar danos ao consumidor, além de uma grande perda de confiabilidade. Dessa forma, os testes de eficácia durante a análise sensorial são fundamentais para entender as perdas de atributos nesses produtos.

Para se qualificar como eficaz, um produto precisa reunir uma série de qualidades positivas e alcançar resultados esperados. No mundo dos cosméticos existem propriedades relacionadas à eficácia que são naturalmente percebidas pelos usuários. A sensação de hidratação causada por cremes, por exemplo, é facilmente percebida por meio do tato e a visão. (mais…)

A textura dos alimentos diz muito sobre eles. Se uma bolacha que normalmente é crocante estiver meio murcha, pode ser um sinal de que ela está velha e talvez imprópria para o consumo.

Contudo, a textura não diz respeito somente ao tato. A audição também capta informações importantes sobre os alimentos quando são ingeridos.

Durante muito tempo, os fabricantes de alimentos têm focado suas pesquisas em atributos ligados à visão, paladar, olfato e tato. Embora a textura tenha aparecido dentro da avaliação destes atributos citados, seu estudo ficava sempre restrito às mesmas questões, como rigidez e mastigabilidade, deixando de lado o ruído sonoro que era gerado.

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Desprezado por boa parte dos empreendimentos, a audição consegue fazer toda a diferença na experiência de compra dos consumidores.

Ouvir uma boa música ao entrar em uma loja, pode despertar o desejo de compra do cliente, principalmente quando aliada a outras estratégias voltadas para a exploração dos sentidos.

Muitas vezes, marcas e lojas cometem erros pontuais na forma de lidar com a audição. Questões como, volume dos sons e escolha de um estilo musical, por exemplo, são erros constantes e fáceis de serem cometidos. Da mesma forma em que os sons podem criar um ambiente agradável, eles também podem criar situações negativas. É importante estudar a fundo o público alvo para garantir a conexão adequada ao cliente. (mais…)

Os sentidos humanos evocam memórias precisas, entretanto, é o olfato que remete às memórias mais emocionais. Por meio de os aromas e odores o cérebro consegue identificar experiências antigas, como um parque da infância, um brinquedo ou uma comida favorita. Por isso, os aromas exercem influência no estado de espírito das pessoas.

O aroma corresponde a uma parte considerável na decisão de compra dos consumidores. Por esse motivo a pesquisa sensorial trabalha constantemente na busca por soluções que envolvem os cheiros. (mais…)

Há o consenso de que as cores interferem diretamente nas compras por impulso, entretanto, a percepção da visão vai muito além disso. As formas, contrastes e luminosidades também estão ligadas ao sentido da visão e, por isso, devem ser trabalhadas em busca da melhor estratégia.

Formas geométricas podem atrair o consumidor de diferentes maneiras. Quando atreladas ao lado estético, as formas remetem a sensações que variam da harmonia à agressividade, da flexibilidade à estabilidade. A análise sensorial seria capaz de revelar todo o potencial a ser explorado a partir de produtos de diferentes formas. (mais…)

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A indústria têxtil há muito tempo valoriza o sentido da visão no desenvolvimento de seus produtos e ações de marketing. Da exposição na vitrine às propagandas na TV, os produtos são pensados para que a experiência visual atraia o consumidor com foco na estética do produto. Porém, será que esta é a única possibilidade a ser trabalhada por trás da intenção de compra de produtos têxtis?

Alguns estudos já mostram que os consumidores não se preocupam somente com a estética por trás dos produtos ligados ao vestuário, mas sim com o conforto causado por eles. Cada vez mais as decisões de compra se baseiam em outros sentidos e sensações. Por isso, a importância em valorizar outros sentidos. (mais…)